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Archive for the ‘Sustentabilidade’ Category

Sacolas Plásticas de Mercado - para que duas por vez?

setembro 11th, 2008 | 7 Comments | Filed in Sustentabilidade

Depois da porcaria do jogo do Brasil contra a Bolívia em que Karlitus não parou de me atazanar a vida, o cachorro resolveu então passar mal.

Comia e vomitava. Fez de noite, e no dia seguinte na hora do almoço.

Lá fui eu ligar para a veterinária dele que prescreveu dois remédios e que o alimentasse com peito de frango.

Parei na farmácia e comprei os remédios e logo depois parto para o Supermercado. Uma vez lá, aproveitei para comprar algumas bobagens além do peito de frango para o cachorro. Catei desodorante, escova de dentes e um creme de barbear, além do peito de frango congelado.

Na boca do caixa, pedi um equipamento de barbear da Gillete.

Nessa hora, fiquei sem mão para carregar as coisas.

Normalmente, entro no Supermercado para comprar cerveja para ir ao churrasco. Nunca pego carrinhos ou mesmo peço para embrulhar minhas caixinhas. Acontece que com aqueles trecos que comprei, não teria como carregar até o carro.

Então, com o questionamento de Gaburah em mente, notei que o caixa já ia colocando uma sacola dentro da outra.

Este deve ser um hábito que tua mãe incutiu nos caixas de Supermercado. Por segurança, mães sempre colocam uma sacola dentro da outra no Supermercado. Fazem isso com uma destreza impressionante. Dizem elas que assim não rasga. E lá vamos nós colocar folhas de agrião em duas sacolas plásticas.

Eu dividi em dois sacos o que estava comigo:

  • Saco 1: Peito de Frango congelado
  • Saco 2: Desodorante, creme de barbear, aparelho de barbear e escova de dentes

Claramente, uma sacola era suficiente para cada um desses dois grupos devido ao peso.

Além do que, se uma delas rasgasse, que risco teria cair no chão?

Desde que inventaram latinhas de cerveja, o perigo da sacola rasgar no Supermercado não tem conseqüências tão danosas como teria na época da cerveja em garrafa.

Não tem como sermos radicais a ponto de não utilizarmos produtos considerados vilões, antagonistas da Sustentabilidade. O problema maior é consumí-los sem utilizá-los.

Esse maluco pelo menos usou para fazer arte

Esse maluco pelo menos usou para fazer "arte"

E lá vou eu comprar outra Ipanema

agosto 1st, 2008 | No Comments | Filed in Sustentabilidade, Test-Drive

O test-drive da Ipanema não durou muito tempo. Karlitus não esperou três meses para comer um pé da minha sandália.

Em todo caso, projetando, até o momento o resultado foi satisfatório, e nos critérios exigidos, conforto e durabilidade (desgastou pouco). Tanto que comprarei outra, já que é mais barata que as Havaianas.

Todavia, comprarei um modelo idêntico à destruída pelo cachorro, atendendo à tal da Sustentabilidade para reaproveitar o pé não destruído da sandália

Não chega a ser uma pão-durice, aquelas manias de velho de guardar tranqueiras inúteis na esperança que um dia será usado. É de fato uma possibilidade, afinal de contas, alguém duvida que o comportamento obsessivo de Karlitus por sandálias de borracha não atacará o novo par?

Ele um dia irá fazer, e quando isto acontecer, terei 50% de chances de ter guardado o pé certo do chinelo (o pé esquerdo agora tem reserva).

Não jogarei fora nem mesmo o pé-direito inutilizado para consumo humano pois este ainda pode ser usado como barganha (moeda de troca) no caso de mais um sequetro de qualquer objeto com maior valor agregado como celulares, máquinas digitais ou quaisquer badulaques de arquiteta que enchem bolsa de Ana Paula (esses são exemplos usuais).

Definitivamente, Gisele Bündchen não deve ter um weimaraner.

Gisele Bündchen não deve ter um weimaraner

Smart Bike - propiciando alternativas

agosto 1st, 2008 | No Comments | Filed in Sustentabilidade

Pedir que cidadãos em cidades com trânsito caótico deixem seus carros em casa é fácil. Complicado é propiciar meios para que esses cidadãos trafeguem decentemente pela mesma.

Li no Diário do Rio de Janeiro que a cidade pode receber um sistema chamado Smart Bike (entenda o Smart Bike).

Esta é uma forma, que se feita de forma decente, auxiliaria imensamente o transporte eficaz para distâncias entre-bairros.

Não conheço o sistema, mas acredito que para seu suceso, deva ser prevista toda uma estrutura para tal, com “pontos de bicicleta” por toda a cidade (afinal, nem sempre o sujeito vai e volta para o mesmo lugar, e ainda assim, qual lugar melhor para “estacionar a magrela”).

Só isso não basta. Há de haver pistas com condições de receber esta demanda, ou alguém gostaria de se aventurar de bicicleta por entre os táxis do Centro. Pistas exclusivas, ou mesmo que se proibia o acesso de automóveis nos Centros da cidade podem ser solução.

E por fim, este transporte não pode ser extremamente oneroso, sob o risco de ser preterido à tentação de pegar o próprio carro e voltar a entupir as ruas e investir em um bom ar-condicionado e um rádio bom para aturar o engarrafamento.

Estariam dispostos, os dirigentes das cidades brasileiras, comprarem essa briga que certamente será difícil de ser aceita pela população egoísta?

Leia como funciona o sistema em Paris.