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Archive for the ‘Defesa do Consumidor’ Category

Americanas, Sony e Eu

agosto 29th, 2008 | 2 Comments | Filed in Defesa do Consumidor

Karlitus comeu minha máquina fotográfica e fiquei sem tal equipamento até o Natal do ano passado quando ganhei outra de Papai Noel.

Ao contrário da anterior, esta funcionava com pilhas. Confesso que fiquei cabreiro, pensando em trocar o modelo, por acompanhar os dissabores das pessoas que conhecia que usavam máquinas com pilhas e sempre ficavam sem pilha na hora H.

Só que vendo as configurações, acreditei que poderia conviver com um carregador de pilhas sim, desde que comprasse dois pares de pilhas decentes.

Outro problema era que tanto minha mãe quanto minha irmã tinham máquinas com pilhas. E de nada adiantaria ser organizado, uma vez que elas mesmas não sendo, são mais espertas, e acabariam usando minha característica metódica em benefício próprio. Sem contar que no médio e longo prazo, elas iriam acabar também com a galinha dos ovos de ouro perdendo tudo quanto é pilha, minhas inclusive.

A solução nesse caso seria a minha fiscalização, então para isso, decidi que minhas pilhas e carregadores tinha de ser necessariamente diferente do delas.

E aí, acabei chegando a um carregador Sony, com 4 pilhas Sony.

Fiz uma pesquisa rápida de preços na internet e resolvi comprar nas Lojas Americanas. Como moro perto da mesma, e o Réveillon já estava próximo, fui a loja comprar.

Carreguei as pilhas, tirei fotos do Réveillon, bebi como um condenado e tudo correu bem. É possível que eu tenha feito uma ou duas recargas até o Carnaval que este ano caiu bem cedo e lá fui eu para Serra do Cipó - MG satisfeito com meu carregador e minhas pilhas.

****

Para os que não sabem, o carregador Sony não é um prodígio de simplicidade. Ele possui um LED que deveria ter como função indicar que a pilha está carregada, mas não é exatamente isso o que ele faz. Segundo o manual de instruções, este LED fica aceso durante 7 horas, podendo a pilha estar carregada ou não.

Fui para minha viagem com as pilhas supostamente recarregadas.

Usei um par à rodo e quando este descarregou, substitui pelo outro que supostamente carregara em Niterói antes de viajar.

Nicas de Pitibiribas. Descarregado também. Imaginei eu, que por saber que esses carregadores são meio malucos, eu tinha conseguido a proeza de fazer alguma merda. Bem… como não adiantava chorar o leite derramado, coloquei os dois pares para carregar e fui cuidar da vida.

Fiz o que tinha de fazer, e mandei Ana Paula ir pegar as pilhas para sairmos. E lá fomos nós caçar alguma cachoeira no meio do mato. E fomos para na Cachoeira da Caverna.

Acesso chato para carro (se não fosse alugado eu não iria), e depois uma pequena pirambeira daquelas que tem de se segurar de tudo quanto é jeito. O nível de dificuldade situando-se exatamente no ponto em que eu consigo e Ana Paula não consegue. Moderado.

De toda forma, com Ana Paula torrando a paciência para irmos para o alto da cachoeira onde ela conseguiria chegar, estava disposto a tirar fotos debaixo da cachoeira, de preferência dentro (não, minha máquina não é à prova d’água. sim, eu entro com minha máquina na raça debaixo de cachoeiras).

E não é que para minha surpresa os diabos das pilhas não funcionaram. Fato que no momento, amaldiçoei todos os descendentes que estão por vir de Ana Paula mas consegui tirar uma e única foto.

Almadiçoei os descendentes de Ana Paula porque lembrei que ela tinha tirado o carregador da tomada durante um tempo para secar cabelo (quem seca cabelo para ir à cachoeira?) e depois recolocou. Nesse momento que perdemos o esquema da luzinha, sem contar que o manual tem outra frescura de dizer para carregar a pilha somente se ela estiver totalmente descarregada

obs: está certo que Ana Paula não tinha como saber disso, mas foi xingada da mesma forma

De qualquer forma, achei que tinha ficado tempo suficiente para carregar ao menos um pouco. Mesmo assim, tasquei novamente os dois pares e coloquei lá para carregar e fui dormir.

****

8 horas depois (sendo 1,5h de sono) lá fui pegar as pilhas. E dessa vez testá-las antes de sair de casa. E não é que as porcarias não funcionaram.

Aí eu comecei a ficar de fato puto pra caralho. A sensação de derrota era total. Fiquei olhando com cara de bunda para a máquina, para o carregador, para as pilhas e para a tomada, afinal, um dos quatro estava brocado.

Naturalmente que tudo indicava para o carregador, mas seria bom pensar se era isso mesmo. Então, por exclusão:

  • Máquina: funcionou até acabar a carga de um dos pares de pilha. Ligou com um resquício de carga de um dos pares. Probabilidade muito reduzida de ser ela.
  • Pilhas: Probabilidade bem maior que a da máquina, admito, mas improvável que os dois pares estivessem com defeito.
  • Tomada: Porra. Ana Paula usava aquela merda com o secador de cabelo. Toma no cú que aquilo estava com defeito.

De qualquer forma, restou-me a opção de comprar alguns pares de pilhas descartáveis Duracell e testar a máquina, que funcionou perfeitamente, deixando a miquelina para o carregador e pouco prováveis pilhas.

****

Com a solução das pilhas descartáveis Duracell eliminei o problema de ficar sem fotografias nos dias seguintes da viagem, o que devolveu um pouco de minha paz de espírito (eu queria ir embora mesmo), só que ainda estava indignado com a situação.

Eu invisto um capital inicial de R$80,00 na compra de um carregador e pilhas recarregáveis. Perco meu tempo escolhendo pilhas que durem mais tempo carregadas (sim, eu vi as diferenças de especificações para a escolha das pilhas e do carregador da Sony). Fiz isso consciente de estar fazendo, teoricamente, economia em médio e longo prazo. Tanto em termos financeiros se considerarmos o custo de pilhas descartáveis, quanto em termos sustentáveis.

Eu não faço idéia quantas pilhas descartáveis seriam usadas no tempo de vida útil de um simples par de pilhas de boa qualidade recarregável. Muita coisa mesmo.

Mas voltando à vaca fria, comprei 3 pares de Duracell, o que me custou mais de R$8,00 (esse valor aqui é na O.G. porque eu não acho a Nota Fiscal de jeito nenhum aqui na minha bagunça - mas tem uma cópia anexada ao processo).

R$8,00 vai embora em duas ou três cervejas, mas comparando com o investimento em um equipamento que me permitiria o conforto de não comprar mais pilhas avulsas além de ter pilhas que durassem mais tempo ininterrupto de uso, é 10%. Sem contar que são mais 10% então, em algo que não me resolvia o problema. 10% gasto por alguns míseros dias.

****

De volta a Niterói, pego meu carregador, pilhas originais, manual, Nota Fiscal e me dirijo à Lojas Americanas onde comprei o dito cujo em um intervalo bem inferior à 90 dias, que é o de garantia legal de qualquer produto desse tipo, independente de qualquer outra garantia dada por loja, fabricante, Deus ou Satã.

Confesso que fui de cuca fresca para a loja. Já não me engano achando que as coisas simples possam ser resolvidas de forma simples. Cheguei lá com tudo no saco plástico (sim, saco plástico, guardar embalagem todo destruída já é sacanagem) e já fui dizendo simplesmente que o carregador parou de funcionar (para encurtar a história, eu fiz os testes em Niterói também para me certificar, inclusive com outras pilhas de modelos diferentes). Claro que me trataram com uma resposta padrão que nada poderiam fazer porque aquele produto não tinha garantia.

Dito isto, argumentei de bate pronto que qualquer produto como aquele tinha 90 dias de garantia e queria que a loja desse um jeito. Dentre as opções de jeito sugeri:

  • Consertar
  • Devolver meu dinheirinho de volta
  • Trocar por um aparelho novo (a minha preferida)

Como não tive atendida a solicitação de um pedido que considerava um simples direito meu (até hoje não sei se tenho esse direito) comecei a abrasileirar meu jeito de ser.

E o jeito brasileiro de ser aqui não é a pejorativa malandragem, mas sim, ter de contar história, colocar emoção e justiça* onde deveria ser apenas razão e regulamentos. É onde para que algo funcione você ameace com uma lei mais pesada onde já há uma que regulamente a situação.

Brevemente contei a forma como parou de funcionar o carregador na viagem, contei das pilhas Duracell que tive de comprar e contei que durante a volta da viagem, eu tinha desistido de ir atrás de ressarcimento por todas as aporrinhações e inclusive pelo valor das pilhas. Dar-me-ia por satisfeito se saísse da loja com meu carregador funcionando ou com a garantia (de fato) que seria consertado.

Disse que se nem isso fosse possível, aí sim, como além de tudo no Carnaval, somar-se-ia o fato de eu ter perdido o carregador, além do constrangimento que eu estava sendo submetido.

Bem, posso garantir que efetivamente, a situação não foi resolvida, mas o tratamento mudou de figura. Pareceu-me que estava sendo feita qualquer coisa. Não sei mais se para resolver o meu problema, ou a iminência de um problema para a loja, mas começou aí uma procura de alguma brecha em regulamento da loja em um terminal de computador, livros, etcetera e tal.

Mas nada. Na loja apresentava-se alguém sem o poder de decidir tal coisa.

No fim, além de dizer que a Americanas não tinha o que fazer, mandaram-me procurar a Sony. Aleguei que eu tinha comprado ali naquela loja, que o vendedor seria co-responsável pelo produto, mas no fim, empurraram para a SONY.

****

Não havia no manual, uma rede de assistência da Sony para eu ir. Acabei catando no site da empresa e também em manual de outro equipamento Sony que possuo.

Eu moro na Região Oceânica de Niterói. A porcaria da autorizada da SONY em Niterói é no Centro da cidade. Longe e congestionado. Sem contar que ao contrário da Americanas aqui perto de casa que fica aberta até tarde (e é perto da minha casa, por essa comodidade comprei essa merda lá), a autorizada da SONY funciona somente no horário comercial. Um estorvo.

Mesmo assim, catei o telefone da autorizada, liguei para lá e perguntei se consertavam. Disseram para levar lá para olharem para ver se podiam fazer.

Lá fui eu, suando como um porco albino com câimbras, levar o saquinho com a porcariada toda na autorizada. Depois de achar (ora bolas, eu não moro no Centro. Tive de procurar, andar como um condenado) recebi a notícia que a autorizada não poderia consertar meu aparelho.

*&$(*&$%$¨&$#%¨$#&*¨%$*&¨%$*#&%¨$*&%¨$*&%¨$*%¨$@% (eu sei que o texto já tem palavrões, mas aqui seriam tantos que prefiro deixar nesta forma)

O simpático gerente da autorizada me disse que aquele produto era importado e que se ele consertasse o mesmo, a Sony cagaria para ele e não o pagaria. Disse ele, inclusive, que seria ótimo para ele que a Sony passasse a pagar por tais serviços pois ele aumentaria seu mercado.

O que ele me disse para fazer então foi para … resolver na loja onde adquiri o produto.

Hahahahahahahaha hahahahahaha hahahahahaha (depois dos palavrões acima, um pouco de risadas para descontrair).

Porra. Estava fechado o ciclo. Processo de feedback positivo.

****

Estava fechado o ciclo. Um produto quebrado e três envolvidos: Americanas, Sony e Eu. Cada um querendo tirar o seu do prejuízo que até então, estava comigo.

O mico preto era meu.

Diante deste impasse, e agora deveras puto, coloquei o Judiciário na parada.

Fui ao Fórum e pronto. O processo está rolando.

Parece estar perto do fim. Mas, além do post já estar gigantesco, acho que será mais interessante escrever sobre a questão judicial apenas no fim, quando eu mesmo tiver o entendimento completo do processo (ou ao menos do que eu imagino ser meu entendimento completo)

Se você faz rir, por que não rir também?

agosto 1st, 2008 | No Comments | Filed in Defesa do Consumidor
Buenos Aires

A graça de ir à feira é a barganha

O mercado de telefonia móvel é feroz. A concorrência é acirradíssima.

Por si só, essa concorrência já é benéfica para o consumidor uma vez que as companhias precisam não apenas estimular o consumo do produto, como precisam que seja o seu produto. Isso faz com que o próprio mercado já regule os preços.

Mas no fim das contas, as operadoras oferecem basicamente, valores de mercado.

Quem se der o trabalho de planilhar os valores de planos das operadoras, notará que as tarifas cobradas para planos similares são rigorosamente as mesmas.

O que parece diferente em um primeiro passar de olhos é que ao invés de colocarem um valor cheio como 200 minutos, por exemplo, fazem planos de 180 ou 220. Mas nessa faixa, a tarifa (R$/minuto) é rigorosamente a mesma, como é para faixas menores ou maiores.

E qual a vantagem para quem sabe disso?

Simples.  Se todas as operadoras oferecem basicamente as mesma condições, o que me prende, necesssariamente, a uma delas?

É possível ir além do oferecido pelas operadoras de telefonia móvel.

Em breve postarei exemplos reais disso. Exemplos de negociações feitas por mim mesmo.

Com direito ao passo-a-passo. Será para todo mundo arrancar alguma coisa das operadoras.

Só que não venham querer fazer graça com plano pré-pago. Para negociar tem de ter banca para tal.

Para rir, tem de fazer rir. Mas se você já faz mesmo, por que não rir então?

Acessórios de Segurança para o VW Fox

agosto 1st, 2008 | No Comments | Filed in Defesa do Consumidor, Test-Drive

Acessórios anti-decepagem de dedos do VW Fox

Para entender o porquê destes acessórios, leia as seguintes reportagens:

ATUALIZAÇÃO (2/6/2008):

Celulares desbloqueados por Lei

agosto 1st, 2008 | No Comments | Filed in Defesa do Consumidor

Quarta-feira (13/02/2008) quem tem celular bloqueado vai poder debloqueá-lo na loja onde comprou.

Mas como nada para o consumidor é mamão-com-açúcar, há restrições.

Quem possui já um aparelho deverá ter a nota fiscal do mesmo para fazer o desbloqueio gratuito na loja em que adquiriu o aparelho. Quem não guarda a notinha, está lascado. Outra restrição é que as lojas não são obrigadas a fazerem desbloqueios de aparelhos subisidiados em um período de até 12 meses à partir da compra.

Esses aparelhos subsidiados geralmente são aqueles que são anunciados a R$10,00 em promoções de dia das mães, natal. Também há celulares que independete de promoção, caem de preço em virtude do plano do cliente. Esses mimos fazem com que o consumidor vire refém da operadora por 12 meses.

Certamente, a maioria das pessoas que tem conta de celular embarcam nessa. Mas, isto não é definitivamente uma roubada para o consumidor consciente das regras do jogo.

Com a possibilidade do desbloqueio, vale à pena ter um aparelho assim e estar livre de carência. Desta forma, já tendo um aparelho desbloqueado na manga, abre-se o leque de opções de operadora, sem a necessidade de mendigar um celularzinho. Com isso, parte-se para o que realmente interessa na negociação: Menores Tarifas.

Por não estar preso à minha operadora, eu consegui por 6 meses um desconto de 30% na minha conta, e isso sem contar com um aparelho desbloqueado. É certo que vou desbloqueá-lo e utilizar este fato na nova negociação ao término destes 6 meses.

Claro que terei o cuidado de não me prender à operadora, pois em fevereiro a portabilidade numérica, isto é, além do aparelho poderei manter meu número em outra operadora, será outra arma na negociação.

Com todas as cartas na mesa, abre-se a concorrência em busca da melhor tarifa entre as Operadoras. Decidida a operadora, aí sim, será a hora de pegar um celular subsidiado e me prender aos meus 12 meses de contrato.

Ipanema (Sandálias)

agosto 1st, 2008 | 2 Comments | Filed in Defesa do Consumidor, Test-Drive

Vou viajar de férias e como Karlitus (meu cachorro) comeu meu último par de chinelos, fui comprar outro para levar na viagem, e de quebra, seria meu calçador oficial na volta (quem me conhece sabe que eu uso muito).

Fui logo na loja de calçados que fui comprar uma mochila, e aproveitei para comprar o chinelo.

Perguntei logo pelo preço da Havaianas para o vendedor, e vi que era quase o dobro do preço da Ipanema.

O vendedor me disse que a Havaianas era melhor porque era de um material melhor e que durava mais.

Eu não pedi para ver o currículo do vendedor para ver se ele já tinha trabalhado no Inmetro e então, resolvi eu mesmo fazer a prova dos 9.

Levei a Ipanema que será testada à partir de agora. Se aprovar, por que não passar a usá-la e recomendá-la.

Ela custa R$7,00 enquanto a Havaianas custa R$13,00 (R$6,90 e R$12,90 é sacanagem).

Até justifica-se o preço pensando nas Havaianas como produto de luxo, design ou moda. Mas o meu caso é para uso em casa. Vai contar conforto e durabilidade. E moda por moda, a Gisele Bündchen é da Ipanema.

Sandálias Ipanema

De mais, se podemos comprar um produto com a mesma função por um preço menor, alertar para esse detalhe é forma de defesa do consumidor.

Em tempo, não são as anatômicas

ATUALIZAÇÃO (13/02/2008):

As sandálias não apresentaram problema algum durante as minhas férias na Serra do Cipó. O quesito conforto é indiferente às Havaianas. Resta avaliar agora apenas a durabilidade ao longo do tempo. Se durar 12 meses me dou por satisfeito.

ATUALIZAÇÃO (10/04/2008):

Passado aproximadamente 3 meses o cachorro comeu um pé da nova sandália, encerrando o test-drive. Contudo, a observação neste curto período foi favorável.

A estranha matemática do Bob’s

agosto 1st, 2008 | No Comments | Filed in Defesa do Consumidor

Logo do Bob's

Por que pedir um Double Cheeseburger?

Na foto abaixo (mal tirada toda vida) há o preço do Double Cheeseburger e do Cheeseburger simples (além de alguns outros sanduíches)

Preço de Hamburgers no Bob's

Para quem não conseguir enxergar:

  • Double Cheeseburger - R$6,90
  • Cheeseburger - R$3,90

Um Double Cheeseburger custa R$3,00 a mais que um Chesseburger.

E o que vem a mais?

Mais um hamburger e mais um queijo.

Vejamos então, os preços de ingredientes adicionais avulsos que podem ser colocados no hamburger:

Preços de Adicionais no Bob's

Preços avulsos:

  • 1 carne - R$1,10
  • 1 fatia de queijo - R$0,95

Na prática -> 1 Double Cheeseburger = 1 Cheeseburger + 1 carne + 1 fatia de queijo

Porém, a equação não fecha pois:

  • 1 Double Cheeseburger = R$6,90
  • 1 Cheeseburger + 1 carne + 1 fatia de queijo = R$3,90 + R$1,10 + R$0,95 = R$5,95

Sendo assim, pedindo o Cheeseburger com os ingredientes adicionais, economiza-se R$0,95.

Então, nunca mais peça Double Cheeseburger

****

Leia outra abordagem sobre a matemática de lanchonete.

HP também dá dor de cabeça

agosto 1st, 2008 | No Comments | Filed in Defesa do Consumidor

Quem está pensando em comprar uma HP sem comparar com demais marcas, leia o relato de um cliente da HP:

Caros profissionais da HP,

como foi dito nos e-mais anteriores, estou há muito tempo sem conseguir uma única impressão na minha HP NOVA.

A seqüência dos fatos é a seguinte:

1 - Defeito na máquina - máquina substiruída, mas faltando os cartuchos. Dar defeito já é ruim, mas faz parte. Falar que vai resolver e criar outro problema é dose… A HP me orientou a colocar TUDO dentro da caixa, porque será que ela não mandou uma caixa com TUDO pra trocar.

2 - Ligo (20-06-2007 - 10h - informações sobre o protocolo 9500 300 601) para o atendimento HP para verificar se vcs estavam mandando os cartuchos certos, para verificar se estavam mandando os cartuchos HP21 e HP22, originais. A mocinha do tele-atendimento, com uma má vontade que não dá pra entender, não me informou o tipo dos cartuchos que serão enviados, ou seja, eu ainda não tenho certeza se vão me mandar os cartuchos certos. Ela veio com argumentos do tipo “a HP enviará os cartuchos certos”. Minha pergunta é se serão tão certos quanto a caixa faltando os cartuchos que me mandaram anteriormente… Além disso há uma previsão de entrega somente dia 29 de junho. Ora, eu comprei a máquina dia 14 de maio, já fazem 35 dias que não consegui imprimir a primeira página na minha impressora “nova”. Se me entregarem dia 29, serão aproximadamente 45 dias entre a compra e a primeira utilização. Vocês acham que comprei não a impressora pra imprimir? Se existe alguma dúvida, eclareço que comprei uma impressora porque preciso de uma máquina que imprima, e que uma impressora parece uma máquina adequada para meus fins.

Diante de todo o ocorrido, mando esse e-mail copiado para todos aqueles para quem fiz propaganda da HP anteriormente. São pessoas para as quais eu falei bem da HP, dizendo inclusive para nem pesquisar outras marcas, porque “a HP não dá dor de cabeça”. Me sinto obrigado a mostrar a essas pessoas a dor de cabeça que estou tendo com a HP, para que não levem mais em conta a propaganda que fiz anteriormente.

Desculpem, mas mando esse e-mail copiado par tantaas pessoas, pois não quero passar por mentiroso.

Todo o histórico será enviado também, para que não pareça algo unilateral e injusto.

Sds,

I. F. V.

HISTÓRICO DOS E-MAILS:

voltem a fornecer cabo USB ou qualquer outro cabo para que se tornepossível ligar a impressora. É frustrante comprar um produto novinho e não ter os recursos necessários para usá-lo (nem todo mundo mora do lado de uma loja de informática).
Ao não fornecer o cabo a HP andou pra trás, pois comprei a impressora e devido aesse e outros probleminhas, demorei 20 dias para usá-la.
Fornecer uma impressora sem 100% dos recursos necessários para ligá-la a um computador comum (no caso, cabo USB ouo paralelo - baratos) é como vender um carro sem pára brisas, ou uma bicicleta em que o pedal deva ser adquirido separadamente.

Quando comprei HP e nem olhei outras impressoras, foi porque confiava que podia sair da loja e instalar a impressora no mesmo dia. Devido a esse e outros probleminhas (troca da impressora comprada e agora a OS 9500300601), estou esperando desde 14-05-2007 para  usar a impressora.

Sds,
I.

Prezado I.

Agradecemos por escrever ao Suporte por E-mail do Centro de Soluções da HP Brasil

De acordo com as características de seu multifuncional “HP Officejet 4355″, o cabo de comunicação (cabo USB) não está dentre os itens que acompanham o produto.

Muitas pessoas necessitam de um comprimento diferente de cabo ou de um cabo especial e não poderiam utilizar um cabo que acompanhasse o equipamento. Essas pessoas teriam que comprar um novo cabo que atendesse suas necessidades. Outros podem ter um cabo compatível que poderá ser utilizado e não fariam uso do cabo incluso na caixa. Por essas razões a HP decidiu não colocar um cabo em cada impressora e com isso não repassa este valor para os equipamentos.

De qualquer modo, agregamos seus comentários a nosso histórico de atendimento para que possamos melhorar a qualidade de nossos produtos e serviços.

Agradecemos sua compreensão e paciência.

Celso Licio
Suporte por E-mail

Ok… ao invés de fornecer o cabo, poderia escrever em letras garrafais algo do tipo “ATENÇÃO - NÃO ACOMPANHA CABO DE COMUNICAÇÃO IMPRESSORA -> COMPUTADOR” e ainda instruir revendedores a insistir nesse aviso, pois é muito desagradável “comprar um carro e perceber que falta o pára-brisa”.

Como falei antes, esse foi apenas 1 dos problemas que estão me fazendo esperar 30-35 dias para ver minha impressora funcionando. Por causa desses 35 dias, informo que não sou mais o cliente que compra HP sem comparar com outras marcas. Perdi o pensamento “HP sempre resolve meu problema - é só instalar e ligar na tomada”. Hoje penso “HP dá dor de cabeça também, resta comparar e saber se é menos ou mais dor de cabeça que outras marcas”. Esse
minha mudança é apenas reflexo da mudança no perfil da HP. Acordem diretores!! A HP antes era “Coca-Cola”, e agora está virando “Tobi ou outro refrigereco”.

Coisas que nunca aconteceram quando comprei HP antes, mas que acontecem agora:

- existe uma ótima desculpa para não haver cabos e nem avisos em letras garrafais;

- a HP se deu ao trabalho de fabricar “1/2 cartucho preto” só para acompanhar a impressora (certamente serei obrigado a comprar do outro pra não ter “um carro com autonomia de 50km”);

- a impressora não funcionou;

- trocaram, mas mandaram a outro faltanda até o 1/2 cartucho.

- minha primeira impressão será mais do que 30 dias após a compra (estou descobrindo que nem preciso tanto assim de impressora).

Sds,
I.

Prezado I.
Agradecemos por escrever ao Suporte por E-mail do Centro de Soluções da HP Brasil.

Conforme informado anteriormente pelo nosso colega Celso, informamos que o cabo de comunicação (cabo USB) não acompanha a caixa de seu produto e essa informação consta em um dos lados da embalagem, onde informa os itens que acompanha a caixa.

Pedimos a gentileza de adquirí-lo em uma revenda que venda peças para informática. Para que se tenha um bom desempenho, sugerimos que adquira o cabo, do padrão A/B e que tenha no máximo 3 metros de comprimento.

Pedimos desculpas também por possíveis transtornos, caso tenhamos causado, e informamos que estamos sempre à sua disposição para melhor atendê-lo.

Pedimos que mantenha o número do ticket registrado no título da mensagem como referência para um melhor atendimento.
Número Service Ticket: 8001628366
Modelo: HP Officejet 4355
Número de Série: CN719GD1T0


Paulo Perrucci
Suporte por E-mail
Centro de Soluções
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