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Previsão para 2012

dezembro 31st, 2009 | 3 Comments | Filed in Acasum

Vai acabar 2009. Fazer previsão para 2010 é muito fácil. Pulemos logo para 2012.

Esquecemos os pormenores e prevamos o que interessa:

O Mundo acabará ou não neste ano?

Não, aposto sem medo.

Se não acabar, informo o número da minha conta. Caso eu esteja errado, podem vir me cobrar.

Que ao menos deixem ter Olimpíadas

Que ao menos deixem ter Olimpíadas

Adestramento Inteligente - Alexandre Rossi

dezembro 5th, 2009 | 5 Comments | Filed in Resenha, Test-Drive

A sugestão do livro Adestramento Inteligente vale para dois tipos de leitor.

Obviamente para aquele que tem ou planeja ter um cão.

Quando li o livro, um dos meus cachorros, o weimaraner, era filhote ainda, e pude constatar a mudança do comportamento dele adotando as práticas sugeridas no livro.

Entretanto, as práticas não são somente “sugeridas”. Elas são explicadas, pois o intuito do livro é mostrar como pensa um cachorro. E à partir do conhecimento do funcionamento de seu cão, usar a nossa inteligência para adestrar o canino.

Tendo em base essa premissa, surge o segundo tipo de leitor, aquele que se interessa por qualquer tipo de assunto. Alexandre Rossi mostra como pensam e se comportam os cachorros. E o que se fazer para conviver com eles.

É melhor que livro de auto-ajuda, recursos humanos ou gestão de pessoas.

Quer ler mais um pouquinho sobre o adestramento inteligente em si, entre no site do próprio Alexandre Rossi (isso é uma suposição minha) Organização Cão Cidadão.

Li esse livro há uns 8 anos atrás, curiosamente emprestado (sou da teoria que livros devam ser emprestados, dados, o escambau, mas lidos por muitas pessoas) e nunca comprei. Mas já recomendei diretamente à muitos donos de cachorro.

Agora uso a internet para recomendar. E vale às ressalvas feitas acima. Vale à pena até para quem não tem ou não gosta de cães, mas o gostoso mesmo é ler tendo um como laboratório.

O garoto do Balão debaixo do trem

outubro 16th, 2009 | 1 Comment | Filed in Mídia

Volta e meia um acontecimento prosaico vem assolar minha paciência entrando por osmose de tão batido que fica no noticiário.

Pensando bem, prosaico não é a palavra, porque coisas importantes e/ou notáveis também tem o devido (sic) destaque. A principal característica é ser pontual.

Recentemente, tivemos Nelsinhogate, Michael Jackson, gripe suína, Crise, namorado raptando namorada e negociando com Ana Maria Braga, padre no balão, avião desaparecido, etcetera.

Pelo menos, essas foram notícias de coisas que de fato, aconteceram. Ficaram sendo marteladas, repercutidas, analisadas, esmiuçadas e alongadas até alguém fazer outra cagada por aí.

Mas dessa vez foi foda. A notícia é sobre algo que não aconteceu.

I see dead people

I see dead people

O moleque se escondeu, merece umas belas palmadas.

Foi armação da família para aparecer na mídia? Bem feito para a mídia. Gastaram duas horas filmando um balão voando por aí.

Pensando bem: Bem-feito para quem acompanha essas bobagens, porque a mídia conseguiu o que precisa: assunto, mesmo que este não exista. Os telespectadores babacas que se sentiram enganados, sempre o foram, quando acompanham por semanas por notícias que podem ser dadas em 10 segundos. É o show, sábio Garoto do Balão.

O bebê que caiu debaixo do trem não vai virar notícia. Pelo menos não até ele aprender a falar. Se fosse nos EUA a mãe relapsa iria na Oprah e viraria heroína da Nação.

Acho que vou jogar minha TV no trilho.

Ô Trem bão, sô

Ô Trem bão, sô

Lady in Red

julho 10th, 2009 | 3 Comments | Filed in Humor
Just like in Matrix

Just like Matrix

Michael Jackson deveria morrer mais vezes

julho 4th, 2009 | 5 Comments | Filed in Mídia

Normalmente eu vejo uma notícia e pronto. Já sei praticamente tudo o que me interessa sobre ela.

As de maior impacto são uma angústia para mim, porque se arrastam semanas com a repercussão da mesma ladainha, que invariavelmente não serve para nada. Um avião caiu. Ponto. Leva um segundo. Mas o martírio do noticiário fica por semanas com o drama dos familiares e todo brasileiro vira especialista em aviação.

Há uma gripe. Pode virar epidemia. Os cuidados a se tomar são X, Y e Z. Ponto. Novo martírio. Menos mal que nesse caso ainda dá para ficar fazendo um gráfico no Excel do crescimento exponencial.

Um maluco fez a namorada de refém e deu um tiro na mesma. Ponto. Novamente familiares tomam conta da TV. Ana Maria Braga é alçada a papel de mediadora.

Por mim pode ficar massacrando na TV a morte de Michael Jackson por semanas, meses à fio. Rezo a Deus que não estraguem a notícia com outro evento que tenha família no meio.

E se tiver, faça como Michael e retire-a do testamento.

Meus ouvidos agradecem

Ecoolerturismo

março 20th, 2009 | 24 Comments | Filed in Sustentabilidade, Test-Drive

Contato com a natureza, mochila nas costas, barraca de camping e disposição compoem o ecoturismo.

Mas convenhamos, isto é mel na chupeta. Qual o mérito de chegar a algum lugar tendo como desafio levar apenas a si próprio.

E isso sempre causou certo desconforto nos cervejeiros clássicos:

Qual o sentido andar como um condenado e não ter uma cervejinha para beber?

Mas eis que no Carnaval de 2009, eu e Gabão e Uchôa, acompanhados de Barrigudinho caso esquecessemos como voltar para casa, estabelecemos um marco, o ponto zero do ecoolerturismo na Serra do Cipó.

Mas não pensem que o ecoolerturismo é tarefa trivial. Vamos às diretrizes:

  1. Utilize o cooler para 12 latas - O de 24 latas é muito legal para ficar no churrasco, mas você não terá mobilidade suficiente para andar com ele cheio de gelo por rios e encostas
  2. Faça seu gelo - O ecoolerturista por princípios sairá de um lugar com geladeira, até porque, quando não está desbravando novos territórios, ele está confortavelmente bebendo. Faça o seu próprio gelo no dia anterior.
  3. Leve cerveja gelada - O ecoolerturista é um ser racional, e portanto, utiliza-se a mesma geladeira que se faz o gelo para gelar a cerveja levada na sua ecooleraventura. A idéia não é gelar a cerveja durante o passeio, mas sim manter um ambiente endotérmico com os menores níveis de temperatura possíveis. Ao mistrurar cerveja quente, pode ter certeza que o gelo não dará vazão até o fim de um passeio ecoolerturista diminuindo o prazer.
  4. O lixo vai e volta - Ora bolas, o único lixo produzido por ecoolerturista é a própria latinha de cerveja, que volta do passeio no mesmo lugar de onde veio: o cooler.
  5. Filtro - O ecoolerturista deve manter o ciclo hidrológico. O líquido entrará em forma de cerveja no ecoolerturista, que atuará como filtro, e retornará a natureza.
  6. De montante à mijusante - o líquido deve preferencialmente ser filtrado e expelido no ponto mais à montante possível, para abastecer todos os demais seres à mijusante.
  7. Não profane seu instrumento de passeio - Água, sanduichinho e refrigerante podem ir em bolsa térmica, na mão, no diabo que os carregue. O ecoolerturista levará em seu cooler, apenas cerveja e gelo.
  8. O cooler é de sua inteira responsabilidade - Em alguns trechos, você pode até pedir para outra pessoa te ajudar, mas lembre-se que qualquer acidente que ocorra com o mesmo, será de total responsabilidade do bêbado proprietário do cooler. É imprenscidível que se consiga chegar a qualquer lugar sem depender de ninguém. Se for para alguém ajudar a carregar, é melhor ficar no bar.
  9. Tenha mais atenção ao carregar o cooler que uma criança. Há momentos em que o acesso é complicado e o cooler, tal qual uma criança ficam expostos a situação de riscos. Mas lembre-se que se uma criança esbarrar em uma pedra, cicatriza. O cooler não. Além do que, o tampão da cabeça de uma criança não abrirá esparramando massa encefálica caso você a vire de cabeça para baixo, ao contrário das latinhas e do gelo rolando se por algum mísero instante você tiver de virar seu cooler de ponta a cabeça.
  10. A cerveja é sua - Ecoolerturistas são exclusivistas. Passa por todo um processo para chegar onde chegou. No máximo, o ecoolerturista permitirá que alguém que o acompanhou desde o início de sua jornada desfrute consigo de sua cervejinha. Só essa pessoa seria testemunha do que se passou para chegar  com o cooler em algum ponto. Qualquer outra pessoa, inclusive as que vierem com capitalista oferta em espécie deve ser escorraçada. Beba a água, sanduichinho ou refrigerante que trouxeram na bolsa térmica.

Vantagens e desvantagens do ecoolerturismo ao ecoturismo:

Vantagens:

  • Não necessariamente o ecoolerturista precisa ir a um lugar associado à natureza. Ele pode levar orgulhosamente seu cooler a qualquer lugar, como a Torre Eiffel, Muralha da China ou Iguaba Grande (nesse caso, favor usar cooler de Cintra, Bavaria ou afins).
  • O ecoolerturista não tem de se preocupar com logística de bebida e alimentação. A cerveja faz esse papel.
  • O ecoolerturista não ficará chupando dedo por achar que um lugar para ficar completo precisaria só uma cervejinha.
  • A droga que ele carrega é legal.
  • Pode se usar as latinhas para formar indicações na trilha para não se perder (versão ecoolerturista de João e Maria).

Desvantagens:

  • O ecoturista pode levar a droga dele enrolada em qualquer papel no bolso, pesando gramas, enquanto a ordem de grandeza da droga do ecoolerturista é de quilogramas.
  • Algum ecoturista xiita pode recolher as latinhas de sua trilha.

Às nossas custas, fizemos da Serra do Cipó a Meca dos ecoolerturistas, mas agradeceríamos muito à AMBEV se pudesse patrocinar nossa missão de levar o ecoolerturismo há todos os lugares deste Mundo (talvez não na Austrália porque dizem que a cerveja lá é uma porcaria).

Em tempo: Acusam-me de ter inadvertidamente apropriado-me do termo ecoolerturismo quando todos sabem que tal nomeclatura sempre existiu e por ninguém foi inventada, apenas descoberta. Como bom praticante da modalidade, certamente estava eu suficientemente bêbado quando o termo foi, por assim dizer, proferido, fazendo com que, com as devidas ressalvas e apenas para fins de registro aceite tal identificação de batismo, pois a paternidade deve ser concedida a quem cria.

Oi acabou com a multa? De que?

fevereiro 2nd, 2009 | 1 Comment | Filed in Defesa do Consumidor, Marketing
Na Oi, a multa é paga antes de assinar o contrato

Na Oi, a multa é paga na entrada

Às vésperas de chegar a portabilidade no Rio de Janeiro me deparo com uma propaganda de 3 páginas na VEJA de 4 de fevereiro de 2009 onde diz que “A Oi acabou com a multa”.

Seria um diferencial se na prática você não tivesse de … pagar por isso.

???????????????

Como assim pagar por isso?

Explico:

Os preços de tabela da Oi, são via de regra semelhantes aos de suas concorrentes, Claro, Vivo e Tim. Um uso básico de Excel comprova isso.

Não pesquisei na Tim, mas sei que Claro e Vivo subsidiam aparelhos para seus clientes, e nos casos em que há este subsídio, acontece uma fidelização que costuma “prender” o cliente por uns 12 meses.

Todavia, se o cliente dessas operadoras pode optar em não adquirir um aparelho subsidiado e não ficar “preso” à sua operadora, como acontece com a Oi.

Tenho um exemplo real de uma conhecida que comprou um aparelho bem barato pela Vivo, sem subsídio e pediu para migrar para um plano pós-pago para ficar apenas um mês, pois assim que chegar a portabilidade ela mudará para a Claro. Sem multa, sem recisão, sem nada.

Antes que algum brincalhão venha dizer que a Oi também subsidia aparelhos, vale um pouco de ordem de grandeza. A Oi oferece um valor X que pode ser algo em torno de R$400, R$500 que pode ser usado como desconto tanto na conta como na aquisição de aparelho. Porém, o preço dos aparelhos na Oi, mesmo com desconto são exorbitantes se comparados com suas concorrentes.

Pega-se um Nokia N95, que em um plano de 200 a 300 minutos nas concorrentes pode sair por até R$300,00 (na Claro é isso, e para cliente novo da Vivo, até semana passada saia de graça), na Oi não sai por menos de R$1.000,00 com o desconto oferecido por ela.

Como a Oi, em comparação com as concorrentes cobra muito a mais por aparelho, podemos considerar que sim, há cobrança de multa por parte da operadora, a diferença é que o consumidor pagou antes e não se deu conta.

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Essa postura Robin-Hood de ser da Oi não é de todo ruim para o consumidor.

Eu, como cliente de outra operadora, utilizo isto. Como tenho já um aparelho satisfatório e cumpri meu tempo de carência, utilizo a prerrogativa do desconto que a Oi oferece na conta para negociar os valores de meu plano com minha operadora.

Com isso, consigo desconto de 30% na franquia de minha conta, além de todo ano trocar de celular.

Por isso, só posso agradecer às “meias-verdades” da Oi. Enquanto eu não for cliente dela, só me faz o bem.

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Créditos da Foto que ilustra o post: Alexandre Fugita, no Flickr sob licença Creative Commons.

Ipanema x Havaianas

dezembro 11th, 2008 | 3 Comments | Filed in Defesa do Consumidor, Test-Drive

Por não ter de fazer o menor esforço, apenas usar as sandálias como uso normalmente, motivei-me a testar ao mesmo tempo as sandálias Ipanema e Havaianas, usando um pé de cada.

Tudo porque o Acasum volta e meia recebe comentários de gente insatisfeita com as Ipanemas [1][2] (havia mais comentários, porém eu consegui perdê-los), onde as alegações costumam ser que elas sujam logo e não ficam limpas de jeito algum.

Eu não duvido. Mas quero ver isso comparativamente com as Havaianas. Porque passa-se a impressão que as Havaianas não sujam.

Ipanema e Havaiana prontas para uso

Ipanema e Havaianas prontas para uso

Usarei as duas até chegar a alguma conclusão ou até o cachorro comer uma delas.

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Como a Ipanema estava guardada um bom tempo, lavarei as duas amanhã, e pretendo não lavá-las mais formalmente a não ser molhar no meu prórpio pé como faço de hábito.

A kilometragem das duas é semelhante.

O teste é simplesmente de uso. Não obedecerá maiores rigores científicos ou coisa do tipo. Não estou incomodado, por exemplo, com módulo de resiliência. Não tenho por hábito deixar minhas sandálias em prensas.

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Precederam este artigo:

Toda propaganda é Spam

outubro 2nd, 2008 | No Comments | Filed in Marketing

Para se anunciar seu produto, dificilmente escapa-se de ser intrusivo, especialmente para quem não vai comprar seu produto.

Em vésperas de eleição, andar de carro fora do horário de rush tem se tornado um saco (não que andar no horário de rush seja legal).

São ruas cheias de gente com bandeiras de candidatos hasteadas na rua, além de um clima irritante de festa, fazendo a porcaria do trânsito empacar sem motivo algum.

Isso sem falar nos sábados, onde passar por locais que haja espaço para estacionar carros complica mais ainda. Neste caso, a cena são de carros e mais carros parados, com aquelas caixas de som de playboy/funkeiro no porta-mala dos carros, invariavelmente um sujeito semi-gordo com óculos escuros na cabeça, bebendo sua latinha de cerveja, cercado de outro tanto de gente com suas bandeiras e galhardetes, tocando as músicas dos candidatos nas alturas.

Naturalmente, como esses pontos são “nobres” para tal função, há de todos os candidatos nos mesmos locais.

Moro em Niterói, mas a impressão que tenho é que os candidatos pensam que estamos em Iguaba ou Piuma.

Campanha segue em alto-nível

Campanha segue em alto-nível

Irrita-me tanto essa forma de campanha, que nem procurei saber qualquer outra coisa sobre os candidatos e já vou convicto em votar no 99.

Acontece que os candidatos a prefeito de Iguaba aqui de Niterói não estão preocupados com isso. Aliás, quem faz propaganda, até certo ponto, não se preocupa com isso.

Não se vende para todo mundo. A idéia é buscar o seu público-alvo. Nem que para isso divulgue-se também para quem não o é. Por mais que anunciantes se preocupem com índices de rejeição, não há como fugir de divulgar para quem não quer saber de seu produto. Afinal, você tem de correr o risco de incomodar algumas pessoas a fim de mostrar para quem se interessaria pelo mesmo.

Sacolas Plásticas de Mercado - para que duas por vez?

setembro 11th, 2008 | 10 Comments | Filed in Sustentabilidade

Depois da porcaria do jogo do Brasil contra a Bolívia em que Karlitus não parou de me atazanar a vida, o cachorro resolveu então passar mal.

Comia e vomitava. Fez de noite, e no dia seguinte na hora do almoço.

Lá fui eu ligar para a veterinária dele que prescreveu dois remédios e que o alimentasse com peito de frango.

Parei na farmácia e comprei os remédios e logo depois parto para o Supermercado. Uma vez lá, aproveitei para comprar algumas bobagens além do peito de frango para o cachorro. Catei desodorante, escova de dentes e um creme de barbear, além do peito de frango congelado.

Na boca do caixa, pedi um equipamento de barbear da Gillete.

Nessa hora, fiquei sem mão para carregar as coisas.

Normalmente, entro no Supermercado para comprar cerveja para ir ao churrasco. Nunca pego carrinhos ou mesmo peço para embrulhar minhas caixinhas. Acontece que com aqueles trecos que comprei, não teria como carregar até o carro.

Então, com o questionamento de Gaburah em mente, notei que o caixa já ia colocando uma sacola dentro da outra.

Este deve ser um hábito que tua mãe incutiu nos caixas de Supermercado. Por segurança, mães sempre colocam uma sacola dentro da outra no Supermercado. Fazem isso com uma destreza impressionante. Dizem elas que assim não rasga. E lá vamos nós colocar folhas de agrião em duas sacolas plásticas.

Eu dividi em dois sacos o que estava comigo:

  • Saco 1: Peito de Frango congelado
  • Saco 2: Desodorante, creme de barbear, aparelho de barbear e escova de dentes

Claramente, uma sacola era suficiente para cada um desses dois grupos devido ao peso.

Além do que, se uma delas rasgasse, que risco teria cair no chão?

Desde que inventaram latinhas de cerveja, o perigo da sacola rasgar no Supermercado não tem conseqüências tão danosas como teria na época da cerveja em garrafa.

Não tem como sermos radicais a ponto de não utilizarmos produtos considerados vilões, antagonistas da Sustentabilidade. O problema maior é consumí-los sem utilizá-los.

Esse maluco pelo menos usou para fazer arte

Esse maluco pelo menos usou para fazer "arte"